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	<title>Mauro Antonietto</title>
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	<title>Mauro Antonietto</title>
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		<title>Hotel em São José</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 00:34:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este trabalho foca na reciclagem e no novo uso de uma edificação existente e resume-se em sua fachada e cobertura, bem como nos chalés de hospedagem.</p>
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							<p><strong>Hotel em São José</strong></p><p><strong>São Jose dos Pinhais/PR &#8211; Brasil</strong></p><p>Projetado com a condição de oferecer uma linguagem arquitetônica própria, exclusiva e como tributo às atividades empresariais e industriais de seu primeiro proprietário, expoente no ramo hoteleiro e madeireiro.</p><p>O hotel reverbera em sua imagem vocabulário predominante das etnias provindas da Europa, tomando partido das formas orgânicas e marcantes das toras de Imbuia, símbolo da natureza exuberante do sul do Brasil.</p><p>Com permissão exclusiva, conforme selo de controle de extração fornecida pelo Ibama, as árvores foram desmontadas e codificadas no bosque e remontadas com “prótese” de aço, em suas partes mais expressivas.</p><p>Perpetuando sua existência, quando transformadas em esculturas com função de pilares de sustentação, função atavicamente primitiva, resgatada em nossa contemporaneidade.</p><p>Este trabalho expõe a reciclagem e o novo uso da edificação existente e resume-se em sua fachada e cobertura, bem como nos chalés de hospedagem.</p><p><strong>Arquiteto Mauro Antonietto</strong></p><p> </p>						</div>
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		<title>Hotel em Bonito</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 00:17:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foram eleitos os verdes, os brancos, os azuis e as cores da madeira natural, que juntos dão força e representatividade na intencional colagem da beleza das paisagens e nos elementos arquitetônicos no conjunto da obra.</p>
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							<h2><strong>Hotel em Bonito</strong></h2><h4><strong>Wetiga Hotel  </strong>(pronuncia-se <em>UETIRRÁ</em>, significa pedra, na língua dos índios Kadiweus, tribo que vive na região de Bonito/MS/Brasil)</h4><p>Inspirado nas belezas naturais da região, o projeto reúne em síntese um conjunto de elementos, com o intuito de ir além das expectativas do hóspede do ecoturismo.</p><p>A proposta é envolver o corpo e a consciência ante um confronto entre duas geometrias, ou seja, um desdobramento do jogo de tensão das duas mundividências:</p><p>a <strong>proveniente da urbanidade impermeável</strong>: quadrática, reta, vertical, apolínea, artificial, fragmentada e repetitiva, com a<strong> presente nas curvas e assimetrias</strong> das águas, dos troncos, dos galhos, das rochas do <strong>ambiente permeável</strong>, objetivando o resgate do reto equilíbrio pelas linhas tortas, fazendo uma metáfora da continuidade dos passeios pela natureza pronta, nas nascentes, nas cachoeiras, nas cavernas, nas trilhas dos bosques, nos rios entre pedras e cascatas, pássaros, flores, paisagens e a vivência desta mesma espacialidade nos ambientes do hotel.</p><p>Assim sendo o espaço fica caracterizado pelo predomínio da “<strong>geometria orgânica</strong>” das formas naturais em seu conjunto e divide as funções em três momentos:</p><ul><li>a<strong> recepção</strong> (o social) com o saguão configurado pela floresta de toras, com altura a oferecer domínio do conjunto e transparência para o ponto de fuga: o jardim suspenso e a cascata ao fundo;</li><li>a <strong>hospedagem</strong> (o íntimo) com acesso por ambas as passarelas: “trilhas no bosque” que levam às suítes, todas voltadas para o lazer;</li><li>o<strong> lazer</strong> (o recreativo) pátio interno central, jardim, córrego, cascata e piscinas. Uma vez que não há paisagem externa esta disposição prioriza a privacidade, o bem estar e o repouso;</li><li><strong>serviços</strong> e <strong>equipamentos</strong> têm sua localização adequada e funcional, com acessos exclusivos do staff.</li></ul><p>A obra reconsidera forma e função e leva o espectador a intuir uma corrente de significados.</p><p>As toras de AROEIRA (Astronium Urudeuva) que sustentam a estrutura do saguão, foram salvas de serem picadas e transformadas em palanques de cerca (destino de todas as outras centenas licenciadas) ou serradas e também destinadas a outros usos. Aqui eternizadas, como pilares estruturais e esculturais!</p><p>Já as toras laterais de BALSAMO ou CABRIÚVA VERMELHA (Myroxylon Balsamum) que sustentam as passarelas e as escadas, foram “colhidas” carbonizadas, queimadas quatro vezes em pé nos campos de pastos de gado e seriam uma quinta ou uma sexta vez, até quando não mais resistissem antes de sumirem em cinzas.</p><p>Estavam mortas e suspensas, nem mesmo os madeireiros prontificaram-se a utilizá-las, por serem inviáveis economicamente. Esculpindo o cerne e lapidando o carvão mostramos sua beleza e propositalmente deixamos algumas chamuscadas, para que ostentem as cicatrizes, denúncia da procedência e prova de serem resgatadas de uma tragédia, da inconsequência do desperdício, criado por um problema cultural e burocrático&#8230;</p><p>Foram eleitos os verdes, os brancos, os azuis e as cores da madeira natural, que juntos dão força e representatividade na intencional colagem da beleza das paisagens e nos elementos arquitetônicos no conjunto da obra.</p><p><strong> </strong><strong>Arquiteto Mauro Antonietto</strong></p>						</div>
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		<title>Design de Móveis &#8211; Linha KINTSUGI &#8211; Arquiteto Mauro Antonietto</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 18:17:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A premissa evoluiu filosoficamente com a ideia de incentivar as pessoas para que aceitem suas imperfeições e defeitos, podendo  assim  criar uma  versão mais  forte e bonita da arte e de si mesmas. </p>
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							<p><strong>“Kintsugi</strong> (金 kin = ouro | 継ぎ tsugi = emenda) é a <strong>arte japonesa</strong> de reparar uma cerâmica partida com laca ou cola misturadas com pó de ouro, prata ou platina”.</p><p>A premissa evoluiu filosoficamente com a ideia de incentivar as pessoas para que aceitem suas imperfeições e defeitos, podendo assim criar uma versão mais forte e bonita da arte e de si mesmas.</p><p>Cada parte reparada com ouro é tratada como algo único e as “cicatrizes” que ficam na cerâmica são dadas como áreas importantes do design.</p><p>Aplicar a técnica e a filosofia do <strong>kintsugi</strong> à elementos descartados da natureza é nosso conceito de criação de móveis e objetos de decoração, com a identidade e o propósito de transformar <strong>“lixo” em luxo</strong> e ao mesmo tempo, resgatar e criar um vínculo entre as cicatrizes dos objetos e as cicatrizes das pessoas.</p><p>Ao restaurar ambos, preenchendo as lacunas e juntando os cacos, dá-se um novo valor e beleza às imperfeições, utilizando como matéria de reparo e ligação à madeira, ouro, prata, alumínio ou polímeros.</p><p>Trabalhar a plasticidade dos materiais, com conceitos filosóficos e obter resultados estéticos originais, que agreguem valor emocional, real e exponencial a cada peça em particular é o propósito da <strong>Linha Kintsugi</strong>.</p><p>O propósito é ampliar a categoria funcional e formal, apresentando através da assimetria, simplicidade e criatividade, a ligação afetiva sujeito-objeto.</p><p>Na peça em destaque, a <strong>mesa da varanda na cabana</strong>, no tampo, sobre as fissuras da fatia transversal do Angelim Pedra (Hymenolobium), peça provinda de árvore tombada pelo tempo, descartada, sem valor comercial e de uso devido as rachaduras em sua estrutura interna, foram esculpidos sulcos de galhos com instrumento elétrico e preenchidos com polímero pigmentado.</p><p>A base de apoio e os pés de ferro, são reciclagem de sucata automotiva, resgatada de ferro-velho, que após torneados, soldados e lixados, adquiriram uma nova função na composição final e estrutural da mesa.</p><p>Funcionalidade, reciclagem, criatividade e sustentabilidade é a proposta da <strong>Linha Kintsugi</strong>: ao mesmo tempo que conserta e resgata “objetos” quebrados ou descartados, adiciona conteúdo e valor, por meio do restauro e composição harmônica, fazendo a colagem da peça à vida, na imagem de imperfeição e beleza, na vivência de ambos.</p>						</div>
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							<p><strong>Arquiteto Mauro Antonietto</strong></p>						</div>
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		<title>Capela das Irmãs Franciscanas de São José</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sd3admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 18:29:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para noviças em formação e as irmãs que  atenderam a sua vocação à vida religiosa, os  elementos da forma e os elementos da estrutura em tudo se referem a simbologias e a simplicidade, inspirada em Francisco, o Santo símbolo do respeito à criação de DEUS e a dedicação generosa ao próximo.</p>
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							<p>“DEUS HABITA NA LUZ INACESSÍVEL”</p><p>Partindo desta frase, que foi a diretriz para meditar na concepção deste trabalho, reunimos quatro conceitos base que caracterizam com profundidade,</p><p>a função do espaço e o entendimento teológico que formaram a composição dos elementos arquitetônicos:</p><h3>“ORAÇÃO, RECLUSÃO, INTIMIDADE e MISTÉRIO”</h3><p>Orar a DEUS é buscar intimidade com Ele. Esta necessidade é o cerne da vida clerical.</p><p>Debater-se com este convívio cria o hábito de perfazer-se.</p><p>Este convívio íntimo é um ato de provocação que lapida o espírito, dia-a-dia, fora da passagem do tempo.</p><p>Por isso, colocamos todos os sentidos, sob a influência de um ambiente que induz a reverberar a alma nesta direção.</p><p>Introduzimos dois elementos que são presença marcante sobre a pureza branca das paredes de reboco caiado feito à mão e que tentam estabelecer a ponte e a provocação desta intimidade: a  <strong>CRUZ</strong>  e a  <strong>LUZ</strong>!</p><p>A cruz de tronco pesada, do corpo (no mundo da matéria), que é confrontada por uma cruz de luz, rarefeita, reflexo do vitral azul, colocada no duplo oitão do oriente, sobre a porta de entrada que recebe o sol, atravessa a Cruz de São Damião vazada (que outrora falara com Francisco) e reflete no altar.</p><p>Esta cruz de luz,  “do espírito”, reflexo da luz do sol, de equinócio a solstício, se movimenta pela manhã da parede nua do altar para a nave.</p><p>O altar se encontra em nível elevado da nave, porque DEUS está acima de nós.</p><p>A cruz de madeira entre o altar e a nave é a presença e a provocação no sentido em que intermedia-nos a DEUS no sacrário (onde o reboco é liso e perfeito) recoberto em folhas de ouro, porque é Nele que repousa toda  a riqueza do sentido da vida na terra.</p><p>A cruz intermedia o chamado Dele porque mandou Seu Filho nos resgatar em sacrifício.</p><p>A reflexão e o entendimento deste ato perpétuo no rito da celebração da eucaristia comunga com o resgate do espírito.</p><p>Na semana da Páscoa na vivência da Paixão: morte e ressurreição de CRISTO, a Cruz de Luz posiciona-se de tal forma que se sobrepõe à Cruz de Madeira num simbolismo de resgate do corpo pelo espírito ou da redenção do sacrifício, no significado último do mistério da encarnação do FILHO DE DEUS.</p><p>Para noviças em formação e as irmãs que  atenderam a sua vocação à vida religiosa, os  elementos da forma e os elementos da estrutura em tudo se referem a simbologias e a simplicidade, inspirada em Francisco, o Santo expoente de respeito à criação de DEUS e a dedicação generosa ao próximo.</p><p>Para lembrar na humildade as origens. Para resgatar nas origens o caminho.</p><p>Para trilhar como CRISTO e com Francisco, o itinerário para DEUS.</p>						</div>
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							<p><strong>Arquiteto Mauro Antonietto</strong></p>						</div>
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		<title>Interiores</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 18:20:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A convivência com os amigos é uma premissa importante na vida do casal de empresários que contratou nossos serviços, para sua cobertura duplex, logo que recebeu as chaves da construtora.</p>
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							<p>A convivência com os amigos é uma premissa importante na vida do casal de empresários que contratou os nossos serviços, para sua cobertura duplex, logo que recebeu as chaves da construtora.</p><p>Apreciadores de bons vinhos e de boa comida, contaram com a experiência do escritório no Espaço Gourmet integrado à uma varanda, que ganhou elementos em sintonia com seu o estilo de vida, unindo formas orgânicas e materiais naturais.</p><p>O ambiente foi fechado com estrutura de vidro da Engevidros, nas laterais e na cobertura.</p><p>Nos pisos da varanda usamos granito marrom imperial e nos pisos internos, a madeira foi a escolha natural, pois garante a beleza e o conforto almejados.</p><p>Transformado em estar e jantar que se comunicam, o espaço ganhou estilo e aconchego para os moradores e seus convidados.</p><p>A varanda foi climatizada, sem impedir a entrada de luz natural, que pode ser controlada pelas cortinas e pelo Sky Light da Casa Bela Persianas, que permitem desfrutar da entrada direta do sol ou de sombra, de acordo com o desejo do momento.</p><p>Para vencer desafios deste tipo, contamos com 35 anos de experiência e parceiros de elevado nível de excelência que nos auxiliam a transformar o sonho dos clientes em realidade.</p><p>As pessoas que nos contratam esperam que todos os prestadores de serviço sejam ágeis, competentes e eficientes.</p><p>A Casabela Persianas é parceira de longa data, oferece combinações ideais para os nossos projetos, com produtos sofisticados, de alto nível de qualidade, além da gama de cores e texturas.</p><p>Os sistemas de persianas possibilitam controle de luminosidade, proteção solar e facilitam a combinação de materiais naturais, como é o caso dos tecidos de algodão, linho, seda e a palha de seda usadas nas persianas desta obra.</p><p>Cada novo projeto é um desafio e uma oportunidade de desenvolver novas formas e propostas, cada novo cliente, um universo!</p><p>Arquiteto Mauro Antonietto</p>						</div>
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		<title>Cabana de Troncos</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 18:16:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nasce com este projeto, a concepção arquitetônica que orientará todas as demais. Ilustra, explica e resume a abrangência do conteúdo desenvolvido no processo de criação e descreve o que sustenta cada proposta apresentada em particular. Arquitetura singular, inteiramente em madeira, referência do protótipo primitivo de moradia. Um processo artesanal de execução. Arquétipo do desejo de [&#8230;]</p>
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							<p>Nasce com este projeto, a concepção arquitetônica que orientará todas as demais.</p><p>Ilustra, explica e resume a abrangência do conteúdo desenvolvido no processo de criação e descreve o que sustenta cada proposta apresentada em particular.</p><p>Arquitetura singular, inteiramente em madeira, referência do protótipo primitivo de moradia.</p><p>Um processo artesanal de execução.</p><p>Arquétipo do desejo de abrigo e repouso.</p><p>Neste caso específico, elaborado com detalhes que fazem enriquecer seu significado, como: rejuntes internos decorados com folha de ouro, contraste de tons naturais de madeira de lei, no forro, no piso e na escada, uso intencional das toras de eucalipto com formas irregulares, luz zenital, vitrais medievais e vidros bisotês, ofurô de tora oca de Pinheiro (Araucaria angustifolia), iluminação led, piso aquecido, lareira de pedra natural refratária&#8230;</p><p>Equilíbrio de formas e peças especiais, utilizando intencionalmente o contraste entre o “primitivo” e a tecnologia assimilada.</p><p>O espaço que nos envolve nos conforma, nos influencia, é o espelho do nosso espírito e a reverberação do nosso interior, de como sentimos e percebemos a vida e a nós mesmos.</p><p>Todo esse conjunto é passível de leitura, avaliação e influências.</p><p>Este projeto surgiu e esta obra se concretizou sobre a tensão de duas mundividências: o “<b>espírito de geometria</b>“ e o “<b>espírito de finesse</b>”, ou seja, confronto entre o processo do método, como regra e ordem, do modelo matemático a guiar o pensamento que se ajusta ao “racionalismo dedutivo” com o “coração” como forma singular de inteligência, que apreende num só lance, o conhecimento imediato e intuitivo dos princípios indemonstráveis da vida, carregados de emoção e atavismo, do que permanece profundamente e sempre humano.</p><p>Neste sentido a <b>Cabana de Troncos</b> é o estereotipo destes “dois espíritos”.</p><p>Como coroamento desta proposta, com o intuito de provocar a reflexão deste confronto, inserimos na parte interna central da cabana, um local destinado a uma escultura especial: a maquete de um arranha céu – símbolo da contemporaneidade intitulada: “<b>urbanidade impermeável</b>”.</p><p>O objetivo do contraste proposital de contextos é provocar amplo questionamento, ante nossa situação alarmante de desequilíbrio assimilado, no seguinte sentido: a ênfase demasiada recaindo sobre a prioridade de um método lógico, a que tudo se aplica, muitas vezes chega a extremos insuportáveis, devido ao fechamento no enfoque tecnológico.</p><p>O que tudo isto significa ou orienta, nesta concepção e abordagem, é ilustrar com este conjunto de elementos, novas hipóteses para tentar solucionar problemas sérios, que são do interior de cada um, no processo de resgate do bom espírito ou de simplificar as necessidades&#8230;</p>						</div>
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							<p><strong>Arquiteto Mauro Antonietto</strong></p>						</div>
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		<title>Criadouro Conservacionista Onça Pintada</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 18:02:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história do Criadouro Onça Pinada começa em janeiro de 1995, neste ano uma área rural originalmente usada para pecuária com 60 hectares foi adquirida. Apresentava grande degradação com áreas de erosão, assoreamento de mananciais e perda da cobertura vegetal devido a lotação de animais na atividade comercial. Lenta e progressivamente a cobertura vegetal foi [&#8230;]</p>
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							<div><p>A história do Criadouro Onça Pinada começa em janeiro de 1995, neste ano uma área rural originalmente usada para pecuária com 60 hectares foi adquirida.</p><p>Apresentava grande degradação com áreas de erosão, assoreamento de mananciais e perda da cobertura vegetal devido a lotação de animais na atividade comercial.</p><p>Lenta e progressivamente a cobertura vegetal foi sendo reconstituída ao padrão original com a reintrodução de espécies nativas de árvores ameaçadas, destacando araucaria, palmito juçara, imbuia e ipê.</p><p>O retorno dos animais silvestres ao local foi lento e por vezes inexistente devido ao desaparecimento da fauna nas propriedades lindeiras.</p><p>Nesse ano a propriedade recebeu 12 exemplares de cotias (Dasyprocta) provenientes do Museu de Historia Natural do Capão da Imbuia/Prefeitura Municipal de Curitiba/PR, como parte de um programa de repovoamento dos bosques protegidos com esta espécie.</p><p>Devido ao sucesso obtido, foi solicitada autorização  ao IBAMA para aproveitamento da área para receber, proteger e reproduzir outras espécies da fauna brasileira ameaçada.</p><p>Assim, no ano de 2003, foi fornecida a Licença de Operação de um Criadouro Conservacionista pelo IBAMA, e destinado o primeiro exemplar de onça-pintada (Panthera onca), chamado Juca, proveniente de um zoológico público, fechado devido à falta de condições adequadas de manutenção.</p><p>Depois do Juca, muitos animais de outras espécies chegaram, na maioria provenientes do tráfico, posse ilegal ou resgate de fauna.</p><p>Desde então, o Criadouro Onça Pintada evoluiu significativamente e em 2009 foi criada a Associação de Pesquisa e Conservação da Vida Silvestre.</p><p>A Associação de Pesquisa e Conservação da Vida Silvestre conquistou o “22º Prêmio Expressão de Ecologia”, com o Projeto Criadouro Onça Pintada, na categoria Conservação da Vida Silvestre.</p><p>Certificado pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação ambiental do Sul, o Prêmio Expressão de Ecologia é o mais completo mapa da evolução empresarial na busca da sustentabilidade nas duas últimas décadas.</p><p>A premiação conta com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e dos três órgãos ambientais públicos do Sul do Brasil – SEMA/IAT (PR), Fatma (SC) e Fepam (RS) -, que têm representantes no grupo de jurados.</p><div>O Criadouro Onça Pintada, recebeu o Selo Amigo da Fauna, trata-se de um reconhecimento do Governo do Estado do Paraná ao trabalho desenvolvido em prol da conservação da biodiversidade e no cuidado com os animais silvestres. </div><div> </div><div>O selo foi entregue pelo secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), Everton Souza, ao idealizador e proprietário do Criadouro Onça Pintada, o médico Luciano do Valle Saboia.</div><div> </div><div>O reconhecimento integra as iniciativas Pró-Fauna, desenvolvidas pelo Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à SEDEST.</div></div><div> </div><div>Atualmente o Criadouro abriga mais de 2.000 animais, representando 181 espécies diferentes, todas da fauna brasileira. </div><div> </div><div><p>Sua principal missão é:</p><p>“Preservar, reproduzir e reintroduzir na natureza espécies animais ameaçadas de extinção no Brasil, gerando ainda conhecimento sobre conservação e preservação  do meio ambiente.”</p></div>						</div>
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		<title>Casa de Campo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 17:40:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Refúgio, aconchego, privacidade e paisagem! A casa de campo reflete o estilo de ser e de participar da natureza. Varandas, lareira, piscina, pomar, horta! Espaços generosos com ênfase às atividades ao ar livre e ao contraponto: relaxamento, descanso, dedicação às atividades de lazer, hobbies, hábitos saudáveis ao corpo e ao espírito. Um lugar exclusivo para [&#8230;]</p>
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							<p>Refúgio, aconchego, privacidade e paisagem!</p><p>A casa de campo reflete o estilo de ser e de participar da natureza.</p><p>Varandas, lareira, piscina, pomar, horta!</p><p>Espaços generosos com ênfase às atividades ao ar livre e ao contraponto: relaxamento, descanso, dedicação às atividades de lazer, hobbies, hábitos saudáveis ao corpo e ao espírito.</p><p>Um lugar exclusivo para conviver com a família e os amigos.</p><p>A arquitetura enfatiza materiais naturais, grandes aberturas e ambientes descontraídos, seja para morar ou como opção para finais de semana, desconectados do stress e dos infindáveis compromissos do dia-a-dia.</p><p>A casa de campo, é um álibi à liberdade, um fôlego e uma profilaxia necessária, ao frenético  cotidiano da urbanidade impermeável das grandes cidades.</p>						</div>
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							<p><strong>Arquiteto Mauro Antonietto</strong></p>						</div>
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		<title>Casa de Sítio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sd3admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 14:37:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A arquitetura acolhe o corpo em seu tato, a mente em seu olhar e possibilita o movimento em seu espaço, mas não se resume ao conforto físico, a conceitos formais e a satisfação estética. O ambiente em que se vive expressa a forma de ser. Um estado de espírito no tempo!</p>
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							<p>“A arquitetura acolhe o corpo em seu tato, a mente em seu olhar e possibilita o movimento em seu espaço, mas não se resume ao conforto físico, a conceitos formais e a satisfação estética. O ambiente em que se vive expressa a forma de ser. Um estado de espírito no tempo.” A definição é do arquiteto Mauro Antonietto, responsável pelo projeto desta casa em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba.</p><p>“Com a reforma, transformamos a linguagem arquitetônica, criamos ambientes e vocabulários conforme as características e necessidades do Sul”</p><p>A história é peculiar: os proprietários compraram uma casa demolida em Minas Gerais.</p><p>Com as portas, janelas, telhas, assoalho e vigas de madeiras nobres, como a braúna, uma madeira de lei escura, extremamente resistente e outras raridades, como pau-brasil, peroba e jacarandá, construíram uma nova residência no sul do país.</p><p>“A casa estava fora do seu ‘topos’”, afirma Mauro. “Com a reforma, transformamos a linguagem arquitetônica, criamos ambientes e vocabulários conforme as características e necessidades do Sul.”</p><p>As madeiras nobres foram realocadas nos pilares estruturais, vigas, pisos, painéis e nos tampos dos lavabos e banheiros (que harmonizaram perfeitamente com as cubas da Baden Banho).</p><p>Além do reaproveitamento da madeira, as portas, janelas e telhas também foram restauradas e reutilizadas.</p><p>“Empregamos na construção cacos de granito, como revestimento de sóculos, calçadas e chaminés”, conta.</p><p>O arquiteto ainda utilizou pedra refratária na lareira, eucaliptos de reflorestamento nas paredes, galhos de árvores, provenientes de podas, em peitoris e como elemento decorativo nas fachadas para manter a linguagem rústica.</p><p>Após a reforma, a casa passou a medir 450 m2.</p><p>A cozinha é um dos espaços favoritos. O fogão à lenha, alemão, sempre aceso, aquece o ambiente.</p><p>A iluminação zenital permite o ingresso da luz natural. Cores quentes, objetos antigos e de valor emocional, como o moedor de café centenário, panelas de ferro e de pedra, mesas antigas de imbuia maciça e bancos também maciços, restaurados, compõem e cenário.</p><p>A porta da cozinha foi projetada em madeira maciça com tijolo de vitral, produzido em um processo artesanal e medieval, executado com exclusividade pelo Estudio Vitralis.</p><p>Nas duas folhas das portas vaivém foram esculpidos sulcos irregulares sobre pranchas antigas de pinheiro araucária.</p><p>Na porta externa, utilizou-se cristal bisotê e rolô para controle de luz e privacidade – cortinas, rolôs e persianas são da Casabela Persianas.</p><p>A sala de jantar, com pé-direito mais baixo, segue a mesma linguagem: portas de cristal bisotê que comunicam-se com a varanda fechada e a vista panorâmica da propriedade e do horizonte.</p><p>Uma escada leva para a adega, logo abaixo e uma outra, conduz aos andares superiores.</p><p>“O guarda-corpo da escada desenhado com exclusividade é feito em ferro irregular, moldado e soldado, haste por haste, simulando galhos de árvores, contrastando com os degraus de madeira, resulta em harmoniosa leveza”, destaca o arquiteto.</p><p>A parede superior frontal recebeu 11 vitrais ilustrados com cinco espécies de beija-flores, inspirados nos que vivem na região.</p><p>A alvenaria é em reboco baiano sobre estrutura de madeira maciça.</p><p>O piso em tábuas largas (40 a 70cm) de imbuia maciça antiga chama a atenção.</p><p>A lareira é revestida com pedras refratárias da região, as mesmas utilizadas nos fornos de cal.</p><p>As mesas laterais e os abajures foram desenhadas exclusivamente para o ambiente. Os abajures foram fabricados em Minas Gerais, por artesãos especialistas em objetos de ferro.</p><p>No frontão do vestíbulo da entrada foi aplicado um painel de galhos, ilustrando uma árvore e na porta principal, tijolos de vitrais, emoldurados em madeira maciça.</p><p>O resultado reproduz e propõe uma colagem de todos estes elementos somados a alguns detalhes que compõem o requinte do conjunto, como proporção geométrica entre as partes e o todo.</p><p>“Esses elementos resumem nossa contemporaneidade: ecologia, sustentabilidade, regionalidade, resgate de identidades e propostas criativas para um ritmo de vida autêntico”, finaliza Mauro Antonietto.</p><p>Revista CasaSul edição jul/2013</p>						</div>
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